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Em Crônicas de Atlântida: o tabuleiro dos deuses, romance de estreia de Antonio Luiz M. C. Costa, editor e colunista na revista CartaCapital, Atlântida é uma terra rica e civilizada, dona de um vasto império, de segredos mágicos e científicos sem igual e de uma ampla diversidade étnica e cultural. No seu interior, uma próspera família do povo dominante senzar, de olhos rasgados e pele cor de cobre, se orgulha há gerações de fornecer jovens oficiais para seus poderosos exércitos, mas o jovem Sistu rompe com a família e a tradição. Ao lado de sua amiga Tiakat, astuta xamã do povo negro tlavatli, parte para a capital, onde espera seguir sua vocação de intelectual pacifista. Ali conhecem a talentosa barda oriental Tjurmyen e essa refugiada de um terrível massacre em sua terra natal os faz rever suas ideias, seu relacionamento e seus desejos.


Esse não é o maior dos seus problemas, pois os deuses têm outros planos para a dupla. Começaram mais uma partida de um jogo milenar secreto no qual o mundo é o tabuleiro e os humanos seus peões. Mas até eles serão surpreendidos com o desenrolar dos acontecimentos, pois suas peças tentarão decidir seus próprios destinos e novos jogadores se intrometerão para virar a mesa e pôr em perigo a existência da terra e dos povos que os veneram.

Resenhas: De Melissa de Sá De Alliah Art De Vinicius Takaki Do blog Entrando numa FriaDa Cabine Literária (em vídeo) Do blog Ficções Humanas Do blog Dicas de Malu Do blog Dicas da Kira

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Em Crônicas de Atlântida: o olho de Agarta, continuação da série, Agarta é um império orgulhoso de gente loura e Vasu é um jovem da sua arrogante casta guerreira, doutrinada na crença em sua própria superioridade racial e em seu direito divino a dominar o mundo. Seu maior desejo é servir à pátria, mas o mais premente é conquistar as atenções da bela e ousada Madhavi. Para isso é tão inábil quanto é bem-dotado nas artes militares e precisará das lições da pequena Bakri, serva oriental da família.


Sua desajeitada vida amorosa e sua promissora carreira militar estão destinadas a cruzar caminhos com Tlalpan, aventureira da distante e misteriosa Atlântida e a sua namorada Lúsia de Calípolis, guerreira de uma pequena república ciosa de sua independência e de seus valores. As consequências desse encontro casual, uma geração após os acontecimentos de Crônicas de Atlântida: o Tabuleiro dos Deuses, mudam o destino de vastos impérios e trazem de volta figuras da primeira parte da saga para atar os nós dessa trama épica e amorosa na qual culturas e panteões rivais se enfrentam por ideais divergentes de poder e justiça.

Resenhas: De Ficções Humanas

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Para a lenda original de Atlântida:


Esta enciclopédia apresenta os povos, deuses, países, línguas e costumes do planeta Kishar, cenário da série Crônicas de Atlântida, e propõe uma viagem por esse mundo imaginário, inspirado em uma combinação de mitos antigos e modernos, história antiga e fantasias pessoais do autor, Antonio Luiz M. C. Costa.

Comece o passeio por algum dos temas ao lado, mergulhe numa PÁGINA ALEATÓRIA entre as 1 060 desta enciclopédia, conheça esta Atlântida ficcional, sua capital Atlântis e as demais grandes nações deste universo ficcional.


Império Atlante Agarta Império Mugal Acaia Ofir
Bárria Aíria Bárata Jambu Afalos
Thule Ilhas Macárias Império Senzar Império Tlavatli Império Cari


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