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Atlântis

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Cidade de Atlântida (arte de Mushisan). Bairros: 1 Grão-Canal 2 Fornalhas 3 Forte Nordeste (V Zemen) 4 Latoeiros 5 Sopora (bairro fomori) 6 Marceneiros 7 Forte Sudeste (II Zemen) 8 Alquimistas 9 Dzezyo (bairro mugal) 10 Apecum 11 Farol do Leste 12 Farol do Oeste 13 Gaivotas 14 Olarias 15 Forte Sudoeste (III Zemen) 16 Funerários 17 Escultores 18 Forte Noroeste (IV Zemen) 19 Canteiros 20 Portal 21 Mosteiro 22 Magarefes 23 Sarna 24 Makomtob (bairro ofiriano) 25 Adegas 26 Boticas 27 Arsenal 28 Oricalco 29 Pedrarias 30 Prazeres 31 Nerweikos (bairro dengu) 32 Compoteira 33 Vidreiros 34 Serralheiros 35 Tanoeiros 36 Yankuitan (bairro tlavatli) 37 Moleiros 38 Academia Militar 39 Porto de Dentro 40 Especiarias 41 Purokheion (bairro acaio) 42 Porto de Fora 43 Estaleiros 44 Shuanna (bairro cari) 45 Tecelões 46 Porto Noroeste 47 Templo Tricolor 48 Mercado 49 Instituto 50 Pirâmides
Cidade de Atlântida (arte de Mushisan). Bairros: 1 Grão-Canal 2 Fornalhas 3 Forte Nordeste (V Zemen) 4 Latoeiros 5 Sopora (bairro fomori) 6 Marceneiros 7 Forte Sudeste (II Zemen) 8 Alquimistas 9 Dzezyo (bairro mugal) 10 Apecum 11 Farol do Leste 12 Farol do Oeste 13 Gaivotas 14 Olarias 15 Forte Sudoeste (III Zemen) 16 Funerários 17 Escultores 18 Forte Noroeste (IV Zemen) 19 Canteiros 20 Portal 21 Mosteiro 22 Magarefes 23 Sarna 24 Makomtob (bairro ofiriano) 25 Adegas 26 Boticas 27 Arsenal 28 Oricalco 29 Pedrarias 30 Prazeres 31 Nerweikos (bairro dengu) 32 Compoteira 33 Vidreiros 34 Serralheiros 35 Tanoeiros 36 Yankuitan (bairro tlavatli) 37 Moleiros 38 Academia Militar 39 Porto de Dentro 40 Especiarias 41 Purokheion (bairro acaio) 42 Porto de Fora 43 Estaleiros 44 Shuanna (bairro cari) 45 Tecelões 46 Porto Noroeste 47 Templo Tricolor 48 Mercado 49 Instituto 50 Pirâmides
Atlântis
Também conhecido como:
Kihn
População:
6.190.000 habitantes
Área:
2.190 km²
Grupos étnicos:
senzares (40%), tlavatlis (30%), caris (10%) e outros (20%).
Capital:
Atlântis
População da capital:
6.000.000 habitantes
Vista aérea da cidade de Atlântis (arte de Mushi-san)
Vista aérea da cidade de Atlântis (arte de Mushi-san)

Atlântis, também conhecida em senzar simplesmente como Kihn (capital), é o nome da capital do reino de Atlanté, líder da confederação de Rutá e cabeça do Império Atlante. A etimologia parece conduzir ao tlavatli clássico atl, "água" e antisi, "castelo", e significaria "castelo das águas". É também chamada de Hiranyapura ("cidade dourada") pelos agartis e Khrusopulai ("portais dourados") pelos acaios.

Maior cidade do mundo de Kishar, foi construída em torno de uma colina sobre uma região originalmente pantanosa. Delimitada por uma grande muralha praticamente circular, é quase inteiramente plana (com exceção da colina central) e cortada por inúmeros canais, que constituem suas principais vias de transporte.

Do mar, um canal de meio estádio (cem metros) de largura, quinze braças (trinta metros) de profundidade e cinquenta estádios (dez quilômetros) de comprimento estende-se até o braço de mar circular mais exterior da Cidade Proibida, onde se localizam o palácio imperial e os principais órgãos do Estado e é fechada por muralhas revestidas de metal, cujos guardas só permitem passar os portadores de salvocondutos. Um cidadão comum de Atlântis dificilmente põe os pés ali, a menos que seja convocado a comparecer ou consiga uma audiência com um alto funcionário do Império.

Em torno da Cidade Proibida, ao abrigo de uma possante muralha de pedra, estende-se a Cidade Exterior, centro do comércio e da navegação de todo o Império. Amplas áreas a leste e oeste das muralhas também estão sob a jurisdição da cidade e incluem a Necrópole e os bosques sagrados.

Para os navios vindos de alto-mar ou dos canais da planície, há entradas suficientemente largas para que possam entrar na cidade. Depois, nos obstáculos de terra que separavam os círculos d'água da Cidade Proibida, na altura das pontes, há passagens tais que só um navio possa passar de um círculo para outro, e que foram cobertas com tetos, tão bem que a navegação é subterrânea, pois os parapeitos dos círculos de terra se elevam suficientemente acima do mar. Esses círculos são separados por braços de mar também circulares que rodeiam a Acrópole, o centro político e religioso, sobre os quais há pontes que ligam as moradas imperiais ao exterior.

Cidade Exterior

A Cidade Exterior, em senzar Orkihn, tem uma área total de 480 km² e é habitada por mais de seis milhões de pessoas (60% cidadãos livres, 40% servos e escravos), sem contar a população flutuante de viajantes e marinheiros de passagem pela cidade, que gira em torno de 300 mil. Até a revolução de 2702, foi tradicionalmente governada por uma governadora, uma mulher da família imperial escolhida pelo Casal Imperial, que tem sob sua responsabilidade os 50 bairros-municípios e os dois subúrbios, cada um com um prefeito eleito pela nobreza local. Sua jurisdição não abrange a Cidade Proibida, que é administrada por um Mordomo do Paço também escolhido pelo Casal Imperial.

Uma muralha circular de pedra começa pelo mar e mantém uma distância de dez quilômetros da maior barreira de água que cerca a Cidade Proibida e forma o maior porto. Fecha-se sobre si mesma na enseada do canal que se abria do lado do mar. Tem oitenta quilômetros de circunferência, cem metros de altura e trinta metros de espessura, e é guardada por vinte mil guerreiros. A passagem no alto da muralha é suficientemente larga para a passagem de elefantes e carros de guerra. Além das duas entradas do Canal Principal, a muralha tem 16 portões que dão acesso às estradas que levam para os bosques dos Amores e dos Deuses. Há também muitas passagens secretas, estreitos túneis através das muralhas conhecidos apenas dos seus guardiões.

A cidade é totalmente coberta de numerosas casas, umas ao lado das outras. O canal e o porto principal regurgitam de navios e mercadores vindos de todos os lugares. A multidão causa aí, dia e noite, um contínuo burburinho de vozes, um tumulto incessante e diverso.

Além do canal principal, há uma densa rede de canais secundários e terciários pelos quais trafegam pequenas embarcações de carga e passageiros, dividindo a cidade em milhares de pequenas ilhas densamente habitadas e ligadas entre si por ruas e pontes.

Os canais secundários tipicamente têm quinze a trinta metros de largura e, assim como o canal principal, são margeados por avenidas suficientemente largas para permitir o desfile de grandes exércitos e o trânsito de elefantes, carroções e carruagens. Esses canais e avenidas delimitam os 50 setores em que se divide a capital, cada um deles administrado por um prefeito eleito pela nobreza local. Dentro dos setores, porém, só é possível deslocar-se a pé, com liteira ou por meio de uma das 250 mil gôndolas que servem a cidade. A rede de canais terciários é extremamente complexa e mesmo gondoleiros experientes podem perder-se quando saem de seus setores. Podem ter de quatro a dez metros de largura e são normalmente margeados por calçadas. São pouco profundos – em geral, um a três metros – e são atravessados por pontes com altura mínima de dois metros e meio.

Os canais terciários frequentemente delimitam pequenos distritos semiautônomos, cada um deles com uns poucos milhares de habitantes, uma câmara de conselheiros e um alcaide eleitos pelo povo que respondem aos prefeitos dos respectivos setores. Cada bairro tem seu próprio templo, sua cultura (muitos têm caráter étnico) e suas rivalidades com os bairros vizinhos.

A cidade é servida por uma intrincada rede de esgotos e galerias que passa por baixo dos canais e deságua no mar, a boa distância da costa, conhecida como Sumidouro. Assim, apesar da enorme população, a água dos canais é razoavelmente limpa e abriga muitos peixes. Os esgotos comunicam-se em alguns pontos com uma rede de catacumbas e passagens subterrâneas, nunca devidamente mapeadas e muitas delas secretas ou esquecidas.

Cidade Proibida

A Cidade Proibida cobre um total de 10 km² (1.000 ha) e divide-se em três partes, nas quais o ingresso é cada vez mais restrito. Cem mil pessoas habitam esse complexo, incluindo trinta mil soldados da guarda imperial. Não depende da administração da capital: está sob a responsabilidade de um Mordomo do Paço nomeado pelo Casal Imperial.

Subúrbios

Ao norte da cidade, estende-se uma vasta planície fértil e cortada por centenas de canais de transporte e irrigação e, para além dela, há altas montanhas. Todo a produção excedente dessas regiões flui para Atlântis ou é exportada através de seus portos, gerando um intenso e permanente trânsito de embarcações de todos os tipos e tamanhos através de seus canais. A leste e oeste, estendem-se reservas florestais de centenas de quilômetros quadrados.

A reserva do lado leste, conhecida como os Bosques dos Amores, destina-se a luas de mel, ao lazer e a outros entretenimentos de aristocratas e poderosos mercadores, inclusive a caça. É pontilhada por colinas, luxuosas estalagens, casas de banhos termais, palácios de verão e pavilhões de caça. As praias desse setor são conhecidas como Costa das Sereias, pois esses seres marinhos costumam juntar-se nos recifes e corais próximos para cantar às tardes.

Já a região do lado oeste, conhecida como os Bosques dos Deuses tem caráter sagrado e nela encontram-se cemitérios, monastérios, templos e a Necrópole, o vasto cemitério da capital. Um pouco para além está o Vale dos Imperadores, onde se encontram as tumbas dos Atlás desaparecidos, ao pé da Tríplice Montanha, que domina o horizonte da capital. São três picos contíguos de forma grosseiramente piramidal, o maior dos quais tem mil braças (dois mil metros) de altura e mil e quinhentas braças (três mil metros) de base. Uma antiga tradição afirma que foram construídas pelos deuses com as pedras extraídas durante a construção do Grande Canal. A parte que dá para o mar, formada por altas falésias, é conhecida como Costa Morta, pois encontra-se junto à Necrópole e é pouco frequentada, salvo por ocasionais pescadores e catadores de mariscos.

Tanto os Bosques dos Amores quanto os Bosques dos Deuses são considerados subúrbios da capital. Cada um deles constitui um município que depende da admnistração geral de Atlântis.

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